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Oxidação: Radicais livres

RADICAIS LIVRES

 

     Para explicar o que são radicais livres, é preciso relembrar um pouquinho das aulas de química que tivemos na escola, vamos lá: Os átomos são partículas formadas por um núcleo, prótons, elétrons e nêutrons, lembra disso? O número de prótons, que são as partículas com carga positiva, determina o número de elétrons, que são as partículas com carga negativa. São os elétrons que se envolvem nas reações químicas que formam as ligações com outros átomos para criar as moléculas. Quando essa ligação entre os atomos é fraca pode resultar em átomos com um número impar de elétrons, gerando então os radicais livres.

    Os radicais livres são tipo periguetes, devido eles serem muito instáveis e altamente reagentes, sempre tentam capturar elétrons de outros compostos para ganhar estabilidade. Assim, após a formação de um radical livre, ele começa a “roubar” elétrons de outras moléculas, fazendo com que elas também fiquem com um número ímpar de elétrons, e transformando-as em outros radicais livres. Isso gera uma reação em cadeia que, uma vez iniciada, pode causar vários danos às células do nosso corpo, contribuindo para o surgimento de vários problemas de saúde devido o enfraquecimento do sistema imunológico e um envelhecimento fisiológico mais acelerado. Sabe quando falam que uma pessoa aparenta ser mais velha do que realmente é? Já viu algum jovem que já apresenta doenças de idosos? 

     Uma boa alimentação ajuda a diminuir e a controlar a liberação desses radicais. Essa alimentação deve ser rica principalmente em antioxidantes, que são capazes de reagir com os radicais livres e neutralizá-los, lembrando que o contrário também é verdadeiro, a má alimentação, associada a outros fatores de risco, aumenta a produção dos radicais livres e a degradação do nosso corpo. 

Alimentação antioxidante

     A melhor forma de combater os radicais livres é ingerindo alimentos ricos em antioxidantes, moléculas que interagem com os radicais livres e quebram a reação em cadeia antes que eles causem danos a moléculas importantes para o corpo. Os principais antioxidantes necessários ao corpo são a vitamina E, vitamina C (frutas cítricas, pimentao verde, repolho, espinafre, brócolis, couve, melão, kiwi, morangos,…) e betacaroteno (gema de ovo, manteiga, espinafre, cenoura, abóbora, brócolis, inhame, tomate, melão, pêssego,…). Outros alimentos ricos nesses e em muitos outros antioxidantes são chá verde, chá preto, chá mate, feijão, mirtilo, cranberry, amora, alcachofra, framboesa, maçã, cereja, ameixa preta, etc.

Fonte: Site mundo boa forma – Radicais livres

 

RADICAIS LIVRES: OXIDAÇÃO

 

Radicais livres: Como já expliquei no texto anterior, já está bem claro que são atomos que apresentam eletrons desenparelhados, e por isso, são instáveis e bastante reativas, causando uma OXIDAÇÃO no nosso corpo.

Oxidação: É o que ocorre com o ferro quando enferruja, veja na foto, o arame farpado está enferrujado em um ponto, e este ponto fica mais fragil podendo se romper com mais facilidado do que nas outras partes que não nao estão enferrujadas/oxidadas. Isso tambem ocorre no nosso corpo! Quando temos níveis altos de radicais livres o nosso corpo enferruja, contribuindo para o surgimento de problemas de saúde devido o enfraquecimento do sistema imunológico e um envelhecimento mais acelerado, causando distúrbios sérios como artrite, arteriosclerose, catarata, e por aí vai.

     A todo momento nosso organismo produz radicais livres, isso já faz parte do funcionamento normal do nosso corpo, principalmente durante o processo de produção de energia, onde é gerado quantidades expressivas desses radicais livres que danificam as membranas das nossas células causando o envelhecimento, porém, devido alguns fatores, em casos extremos, a ação dos radicais livres sob células saudáveis gera a morte dessas células, e daí surgem as doenças.

     Uma pessoa que possui hábitos saudáveis, o corpo consegue ativar mecanismos de proteção através da alimentação, os famosos agentes antioxidantes, que anulam a ação dos radicais livres, e assim, impedindo a excesso de danificação celular, retardando o envelhecimento do nosso corpo e evitando doenças. Quando isso não ocorre, quando o corpo passa a conter mais agentes reativos do que sua capacidade antioxidante é capaz de controlar, gera o estresse oxidativo e nós oxidamos, literalmente enferrujamos!

O Estresse Oxidativo elevado leva a situações como:

  • Envelhecimento precoce.
  • Aterosclerose.
  • Inflamação crônica.
  • Câncer.
  • Doenças degenerativas.

Medidas e atitudes que aumentam a produção de radicais livres?

  • Tabagismo.
  • Alcoolismo.
  • Poluição.
  • Estresse.
  • Alimentação ruim.
  • Radiação.

     Portanto, para um corpo saudável, devemos nos empenhar em ter uma alimentação saudável e diversificada com comida de verdade (verduras, legumes, proteinas, gorduras boas,…), praticar alguma atividade física, evitar situações de stress, não fumar, se ingerir bebida alcoólica se atentar a moderação, e em situações especiais o uso de antioxidantes é super indicado.

Fonte: Instagram – Doutora Luciana Dorta

 

ANTIOXIDANTES

 

     Relembrando, o que são antioxidantes mesmo? “São substâncias que protegem nossas células contra os danos causados pelos radicais livres”. São inúmeras as comprovações cientificas sobre os benefícios dos antioxidantes para a saúde e equilíbrio do nosso corpo.
     O processo de formação de radicais livres citado na postagem anterior, é uma situação natural e totalmente necessária ao corpo, que acontece a todo momento, porém, para que exista o equilíbrio e para que estes radicais não gerem dano celular excessivo, levando a uma situação conhecida como ESTRESSE OXIDATIVO, nosso organismo lança mão dos sistemas ANTIOXIDANTES, que são capazes de proteger nossas células e tecidos sadios, evitando a perda das funções biológicas e/ou desequilíbrio homeostático.

Estresse oxidativo: É um desequilíbrio entre os radicais livres e os antioxidantes presentes no organismo. Além de contribuir para o envelhecimento, o estresse oxidativo pode causar o endurecimento dos vasos sanguíneos, doenças neurodegenerativas, diabetes, câncer, hipertensão arterial e muito mais.

 

Temos dois sistemas antioxidantes diferentes

Não enzimático: Obtido através da nossa alimentação com ingestão de alimentos ricos em Vitamina C (limão), Vitamina E (Oleagenosas), Betacaroteno (Cenoura), Flavonóides (Mirtilo), Catequinas (Chá verde), Licopeno (Tomate), Acido Elagico (Roma), Curcumina (Açafrão), Taninos (Repolho)…

Enzimático: Que são as Enzimas produzidas pelo nosso próprio organismo, que entram em ação rapidamente para evitar o acúmulo dos radicais livres. Essas enzimas tem nome e são a Superóxido Dismutase (SOD), Catalase (CAT) e Glutationa Peroxidase (GPx). Para a ação dessas enzimas precisamos de co-fatores, como se fosse a chave na ignição para a ação delas. Esses co-fatores são alguns minerais como cobre, zinco, manganês, selênio e algumas vitaminas.

     Com base nisso, somos capazes de entender que a reposição adequada de vitaminas, minerais e antioxidantes, através de uma alimentação equilibrada, diversificada e se possível com alimentos orgânicos, muitas vezes associado a suplementação destes compostos em capsulas, são capazes de promover um equilíbrio incrível ao organismo, promovendo vida longa, com qualidade e beleza por dentro e por fora.

Foto: Site de imagens gratuitas freepik.com – Fotógrafo: Chris Haye.

 

Obrigada pela visita 😀

 

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