enfermagem, medicina, ozonioterapia, veterinaria

Ozônio: Contraindicação

 

     Como tudo na vida, a ozonioterapia também possui algumas poucas restrições. A falta de conhecimento aprofundado de alguns profissionais pode fazer com que eles acreditem que a ozonioterapia resolva todos os tipos de doenças, e isso não é verdade, tem situações que infelizmente a terapia com ozônio não surte efeito e precisa ser evitado. Cada item a seguir acompanha um resuminho explicativo, cabe ao profissional estudar melhor a fisiopatologia de cada um.

 

CONTRAINDICAÇÕES ABSOLUTAS

 

Anemia grave: Não terá o aporte para carrear o oxigênio, precisa primeiro tratar com alimentação e suplementação adequada até normalizar.

Hipertireoidismo descompensado: O ozônio acelera o metabolismo por aumentar a produção de ATP, quem está com o hipertireoidismo “descompensado” vai acelerar mais ainda.

Favismo: Favismo é a deficiência da enzima G6PD, Infelizmente não poderá fazer tratamento com ozonioterapia.

Inalação do gás ozônio: Essa via é totalmente proibida, as características anatômicas e bioquímicas do pulmão fazem com que ele seja extremamente sensível aos danos oxidativos do ozônio.

Injeção endovenosa direta: O risco fica por conta da quebra do O3 em O2 que poderá causar embolia. É totalmente desaconselhado, e não justifica o risco, já que existem métodos seguros, testados e eficazes.

 

CONTRAINDICAÇÕES RELATIVAS

 

Início de gravidez: Em teoria, a ozonioterapia não apresenta nenhum risco em gestantes, mas como é um período com mais chances de ocorrer um aborto espontâneo, a recomendação precavida é de não fazer.

Trobocitopenia: Esse é o nome dado a toda e qualquer condição de saúde relacionada a uma baixa quantidade de plaquetas no sangue, lembrando que as plaquetas possuem papel fundamental para a coagulação do sangue. Primeiro precisa investigar a causa antes de pensar no ozônio.

Doenças com alto estresse oxidativo: A terapia com ozônio já causa estresse oxidativo, justamente para que o corpo reaja e tente se curar, porém, quando o corpo já está com um “alto” estresse oxidativo causado por uma doença, o mais indicado é compensar o quadro primeiro.

 

Obrigada pela visita 😀

 

Referências consultadas

  1. Artigos:  Site PubMed.
  2. Declaração de madrid.
  3. IBCOZ: Instituto brasileiro de ciências aplicadas ao ozônio.
  4. Foto: Site de imagens gratuitas freepik.com – Fotógrafo: gstudioimagener.

 

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